quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO.
ASNO
No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?
- Quatro! Responde o aluno.
- Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.
- Tragam um feixe de capim, pois temos um asno na sala. Ordena o professor a seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), o 'Barão de Itararé'. Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
- O senhor me perguntou quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro: dois meus e dois seus. 'NÓS' é uma expressão usada para o plural.Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.
Moral da História:
A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO .
- Quatro! Responde o aluno.
- Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.
- Tragam um feixe de capim, pois temos um asno na sala. Ordena o professor a seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), o 'Barão de Itararé'. Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
- O senhor me perguntou quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro: dois meus e dois seus. 'NÓS' é uma expressão usada para o plural.Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.
Moral da História:
A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO
Ap. Doriel Dias
3ª PAIS APOLOGISTAS
PAIS APOLOGISTAS
Foram aqueles que empregaram todas as suas habilidades literárias em defesa do cristianismo perante a perseguição do Estado. Geralmente este grupo se situa no segundo século, e o mais proeminentes entre eles foram:
TERTULIANO (155-220 d.C.)
Nasceu em Cartago, um dos principais centros culturais do Império Romano. Destinado a família ao estudo das leis, recebeu esmerada educação. Aos vinte anos seguiu para Roma, onde ampliou sua formação. Regressou a Cartago no final do século II e, depois de se converter ao cristianismo, dedicou-se ao estudo das Escrituras, da literatura cristã e profana e dos tratados gnósticos. Iniciou então uma produtiva atividade literária voltada para a consolidação da Igreja no norte da África. Teólogo foi o principal apologista da igreja ocidental e o primeiro teólogo cristão a escrever em latim. Ele contribuía com seus escritos para fixar o léxico e a doutrina do cristianismo ocidental. Formado em direito, ensinou oratória a advogou em Roma, onde se converteu ao cristianismo.
Possivelmente as sua maiores contribuições foram suas discussões sobre a Trindade e a Encarnação do Logos. A sua principal obra escrita em defesa do cristianismo foi Apologética.
JUSTINO MARTIR (100-166 d.C.)
Filho de pais pagãos teria nascido perto da cidade de Siquém, onde passou boa parte de sua juventude numa busca filosófica atrás da verdade. Ele foi um filósofo platônico. Seus estudos profundos do platonismo, pitagorismo, do estoicismo e do aristetolismo convenceram-no de que nem toda a verdade está contida na filosofia e que ele precisava continuar inquirindo a verdade.
Vários livros são atribuídos a Justino, porém somente três são aceitos como genuínos. São os denominados de Primeira Apologia, Segunda Apologia e o Diálogo com Trifo, o judeu. Sua Primeira Apologia é dirigida ao imperador Antonino Pio, que reinou de 138-161 d.C., aos seus filhos Lucius e Marco Aurélio, a todo o senado romano e “a todos os romanos”. A Segunda Apologia é dirigida ao senado romano, embora já tivesse sido alcançada pela Primeira. Os dois foram escritos para contestar a perseguição. O Diálogo com Trifo consta de uma conversa de dois dias entre Justino e um douto judeu contemporâneo dele.
Foi um dos homens mais competentes do seu tempo e um dos principais defensores da Fé Cristã. Seus livros que ainda existem, oferecem informações valiosas sobre a vida da Igreja nos meados do segundo século. Foi martirizado em Roma, no ano de 166
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
INT. DO ESTUDO ( OS PAIS APOLOGISTAS ) APOLOGÉTICA
O termo deriva da palavra grega “apologeisthai”, que expressa a noção central da idéia de “defesa”. Em sua aplicação atual, entretanto, seu significado foi de alguma forma alterado, e nós afirmamos isso em uma comparação feita entre os termos apologética e “apologies” (desculpas ou justificação na língua inglesa) em contraste uma com a outra. A relação entre essas duas expressões não é de teoria e prática, nem também de gene e espécie. Pode-se dizer que apologética não é uma ciência formal na qual os princípios exemplificados e justificados são também investigados, como, por exemplo, os princípios de pregação são investigados pela homilética. Nem tampouco ela é meramente a soma de todas as defesas possíveis para a teologia, ou suas explicações cientificas assim como a dogmática é a ciência que explica os dogmas. Apologética é a defesa do Cristianismo em sua inteireza, sua essência, ou, de uma forma ou outra é a defesa de seus elementos de pressuposições contra seus usurpadores, atuais ou possíveis, de forma a se defender de algum ataque em particular; embora, obviamente, por melhor que sejam as defesas que alguém possa levantar com o intuito único de defender uma tese se tornam meras justificativas. Apologética toma para si, não um aspecto exclusivo de defesa, nem mesmo uma justificativa, mas o estabelecimento, diretamente falando, do Cristianismo, mas ao invés, é o conhecimento de Deus que o Cristianismo professa para incorporar e buscar tornar eficiente no mundo, o qual é o oficio da teologia explicar cientificamente. Pode até, obviamente, se ater em defesas e justificações quando isso se fizer necessário.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
A FORMIGA REBELDE ( DARIO SILVA )
Hoje vi uma formiga dentro da Obreiros de BV tentando levar uma enorme pipoca sozinha, ela não estava conseguindo, ai dei uma de Deus, peguei a pipoca e dividi em sete pedaços, usei ate um número de Deus para ficar mais real, quando estava tirando a pipoca da formiga ela tentou me morder quase podia ouvir a formiga dizer: “esta pipoca é minha, ela me pertence, deixe que eu me vire sozinha” , mesmo assim eu continuei e dividi, espalhei os sete pedaços e pude ver outras formigas levarem cada uma um pedaço da tão desejada pipoca, mas a formiga de quem eu tirei o grande fardo largou a missão, como se dissesse” agora eu não quero mais, eu queria a pipoca inteira” e ela se foi, sem levar nada, mas a pipoca foi toda levada para o formigueiro, mesmo em pedaços, nisto senti que Deus queria me dizer algumas coisas.
Às vezes nosso fardo esta pesado, mas nosso orgulho não nos deixa pedir ajuda, não contamos com os outros e tentamos ser super homens, mas ninguém é melhor que todos nos juntos, percebi que mesmo quando a ajuda nos chega não percebemos que é ajuda do alto e quando Deus nos tira alguma coisa que para nos era preciosa demais nos fazemos como a formiga orgulhosa, nos murmuramos, desistimos, abrimos mão e nos revoltamos, na verdade ele esta apenas tirando por um pouco de tempo, tempo suficiente para dividir o peso e nos moldar para estar prontos para toda a situação. O bom é que Deus é amor e mesmo sendo nós cabeçudos ele não desiste de nos amar, vi isto nas formigas também, pois os sete pedaços de pipoca foram para o formigueiro e mesmo a formiga orgulhosa vai poder desfrutar dos fungos que as folhas e a pipoca irão produzir nos tempos de escassez.
Coma pipoca se poder dividir com alguém, melhor ainda.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
ESTUDO ( 2ª OS PAIS APOSTÓLICOS )
TERMO PAI
O termo “Pai” era atribuído pelos fiéis aos mestres e bispos da Igreja Primitiva. Historicamente falando, surgiu devido à reverência e amor que muitos cristãos tinham pelos seus líderes religiosos dos primeiros séculos. Eram assim chamados carinhosamente devido ao amor e zelo que tinham pela igreja. Mais tarde, o termo é atribuído particularmente aos bispos do concílio de Nicéia, e posteriormente Gregório VII reivindicou com exclusividade o termo “papa”, ou seja, "pai dos pais”.
Com a morte do último apóstolo, João em Éfeso, termina a era apostólica, porém Deus já havia capacitado homens para cuidar de sua Igreja, e começou uma nova era para o cristianismo. Assim, a obra que os apóstolos receberam do Senhor Jesus e a desenvolveram tão arduamente acha-se agora nas mãos de novos líderes que tinham a incumbência de desenvolver a vida litúrgica da Igreja como fizeram os apóstolos.
O período que comumente é chamado de pos-apostólico é de intenso desenvolvimento do pensamento cristão. Seu trabalho e influência garantiram a unidade da Igreja. Para um assunto tão importante, a Igreja convocou grandes assembléias conciliares, os chamados Concílios Ecumênicos, dos quais participavam todos os bispos, que no final promulgavam suas declarações de fé.
Para uma melhor compreensão, podemos dividir os Pais da Igreja em três grandes grupos, a saber: Pais Apostólicos, Apologistas e Polemistas. Todavia, essa divisão não é absoluta, pois podemos enquadrar alguns deles em mais de um desses grupos devido à vasta literatura que produziram para a edificação e defesa do cristianismo, como é o caso de Tertuliano, considerado o pai da teologia latina. Sendo assim, temos:
PAIS APOSTÓLICOS
Foram os mais antigos escritores cristãos fora do Novo Testamento, pertencendo à chamada “era subapostólica”. Eles tiveram relação mais ou menos direta com os apóstolos e escreveram para a edificação da Igreja, geralmente entre o primeiro e segundo século. Os mais importantes foram:
CLEMENTE DE ROMA (30-100 d.C.)
Clemente era um cristão que gozava de grande autoridade entre seus contemporâneos. Orígenes e Eusébio de Cesáreia identificam-no como o colaborador de Paulo mencionado em Filipenses: “E peço também a ti, meu verdadeiro companheiro, que ajudes essas mulheres que trabalharam comigo no evangelho, e com Clemente, e com os outros cooperadores, cujos nomes estão no livro da vida” (Filipenses 4.3). Irineu de Lião escreveu que Clemente teria sido o terceiro sucessor do apóstolo Pedro no pastorado da Igreja em Roma. Segundo Tertuliano, ele foi consagrado pelas mãos do apóstolo Pedro. Escreveu uma Epístola chamada de 1º Clemente, escrita de Roma por volta de 95 d.C., para a igreja em Corinto. A obra Atos dos Mártires, do século IV ou V d.C., afirma que Clemente foi exilado para a península de Queronese, na área do mar Negro, foi atirado ao mar com uma âncora amarrada ao seu pescoço.
INÁCIO DE ANTIOQUIA DA SÍRIA (35-108 d.C.)
Conforme se encontra na História Eclesiástica, de Eusébio, Inácio teria sido o segundo bispo de Antioquia: “Mas, depois que Evódio fora estabelecido o primeiro sobre os antioquenos, Inácio o segundo, reinava no tempo do qual falamos”.
Foi martirizado em Roma, durante o reinado de Trajano (97-117 d.C.). Inácio quando seguiu para Roma estava disposta a ser martirizado, pois durante a viagem escreveu cartas às igrejas menifestando o desejo de não perder a honra de morrer por seu Senhor. Foi lançado às feras no Anfitetatro romanono ano 108.
Tudo quanto sabemos sobre sua vida é através de suas sete cartas escritas no caminho rumo ao martírio em Roma; Carta aos Efésios, Romanos, Filadélfia, Esmirna, Trálios, Magnésia e Policarpo. Inácio é o primeiro escritor a apresentar claramente o padrão de ministério: um bispo numa igreja com seus presbíteros e diáconos. Opôs-se às heresias gnósticas. Sua preocupação principal era com a unidade da Igreja.
POLICARPO (69-155 d.C.)
Foi discípulo do apóstolo João, provavelmente nasceu em 70 d.C. Eusébio declara que não somente foi instruído pelos apóstolos e conviveu com muitos que haviam visto o Senhor, mas também foi instituído bispo da Ásia pelos apóstolos, na Igreja de Esmirna. Aparentemente Policarpo conhecia alguns personagens ilustres de sua época, como Inácio, Irineu, Aniceto de Roma e Marcião, o qual resistiu a sua doutrina e chamou-lhe de “primogênito de Satanás”. De acordo com Irineu, Policarpo escreveu diversas cartas à comunidade e a bispos em particular, das quais preservou somente a carta aos Filipenses.
Em um dos seus escritos que trazem o seu nome é nos dada à narrativa de sua morte. Devido a sua idade, quiseram fazê-lo negar o nome de Jesus e assim escapar com vida, ao que ele respondeu: “Eu tenho servido a Cristo por 86 anos e Ele nuca me fez nada de mal. Como posso blasfemar contra meu Rei que me salvou?”. Quando o colocaram na fogueira, o fogo não o queimou, e então seus inimigos o apunhalaram até a morte e depois o queimaram.
PAPIAS (70-140 d.C.)
Bispo de Hierápolis, de quem somente sabemos alguma coisa através de escritos de Eusébio e Irineu. Ele era um homem curioso, que tinha o habito de inquirir sobre as origens do cristianismo. Foi Papias quem iniciou a tradição que diz que Marcos era interprete de Pedro: “Marcos, que foi interprete de Pedro, pôs por escrito, ainda que não com ordem, o quanto recordava que o Senhor havia feito”.
Segundo Irineu de Lião, teria sido discípulo do apóstolo João, conforme Eusébio de Cesáreia, Papias fora discípulo de “outro João, o “presbítero”, e não o apóstolo João.
Escreveu uma coleção de relatos sobre ditos e feitos do Senhor e de seus discípulos, da qual restam somente pequenos fragmentos.
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